António L Rappa*
O homem acredita na modernidade e na tecnologia porque teme a morte. É provável que o homem se agarre a tudo o que lhe dê conforto, gratificação ou segurança no mundo; um mundo em que a cultura e o ritual desempenham funções distintas e críticas para a sobrevivência humana. A modernidade, para o homem, costumava consistir na compreensão de como a personalização das sociedades e de como as coisas deveriam entrar em jogo. Mas será a modernidade a concretização da questão do que significa estar vivo hoje? A modernidade conduz o homem à resolução e ao encerramento em paisagens artificiais concebidas a partir de contradições e consequências. Existem ambiguidades, contradições e consequências claras em toda a experiência moderna. Isto pode ser descoberto na realidade, bem como na não-realidade da academia, da antropologia cultural, da teoria política, da ciência política e da ciência da computação.