Josué Coyne
Começando por Anderson et al., vários estudos utilizaram um modelo comum para investigar “custos rígidos”. Este modelo regride a variação logarítmica das despesas gerais e administrativas sobre a variação logarítmica das receitas. No entanto, Balakrishnan et al. afirmam que a descoberta de custos rígidos é o resultado de uma especificação incorreta do modelo e, utilizando um modelo alternativo que regride a alteração dos custos dimensionados por receitas desfasadas nas alterações das receitas dimensionadas por receitas desfasadas, não encontram provas de custos rígidos. Afirmo que o seu modelo também sofre de especificações incorretas e proponho um novo modelo para medir custos rígidos que aborda a especificação incorreta em ambos os modelos anteriores. Usando este modelo, encontro novamente evidências de custos rígidos.